• As meninas, Lygia Fagundes Telles

    Não é à toa que Lygia Fagundes Telles representa um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com As meninas, que rendeu um Prêmio Jabuti em 1974, ela nos entrega o Brasil de hoje que, publicado em pleno 1973 – momento mais feroz da ditadura civil-militar no país – lança luz sobre as meninas: mulheres de ontem, hoje e …

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  • A Rainha Ginga, José Eduardo Agualusa

    Há mentiras que resgatam e há verdades que escravizam. [Agualusa] “Dona Ana de Sousa, a rainha Ginga, morreu a 17 de dezembro de 1663, aos oitenta anos, em paz com os portugueses e com a Igreja Católica”, relata Francisco José da Santa Cruz, também aos oitenta anos, vividos entre as lembranças de sua convivência com …

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  • Virginia Woolf, Alexandra Lemasson

    No lugar de uma epígrafe, a trilha sonora do Philip Glass para As Horas (clica vai) Sentei para escrever sobre a biografia da Virginia Woolf escrita pela Alexandra Lemasson e percebi que não seria possível levar a tarefa a bom termo sem refletir sobre o processo que me transformou em gente-que-lê. Após um tempo de …

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  • As cidades invisíveis, Italo Calvino

    Resolvi revisitar As cidades invisíveis (1972) daquele Calvino italiano com quem acredito, com a força de uma topada no dedo mindinho do pé, ter alguma conexão astral. O livro foi reeditado este ano pela Companhia das Letras e traz 8 desenhos do autor e ilustrador (além de arquiteto, o que vem a calhar) Matteo Pericoli,  [...] More  →